Atualizações de março, 2016 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • Antonio obafemi 5:35 am em March 28, 2016 Link permanente | Resposta  

    Bandeira do PPLE emprega referências culturais africanas para exprimir compromisso político com povos e comunidades tradicionais 

    Bandeira PPLE

    Os membros fundadores do Partido Popular de Liberdade de Expressão pronunciam a sigla PPLE soletrando “pepelê”, em alusão a palavra da língua ioruba: pèpéle que traduz, em sua essência, um vocábulo de grande importância para os afro-brasileiros. Pèpéle significa montículo de terra, base de sustentação dos altares sagrados, o qual os integrantes do PPLE esperam servir de alicerce às suas ações, respaldados pela herança de força de resistência e de fidelidade de seus antepassados.

    O símbolo em que repousa a sigla PPLE expressa o compromisso histórico do partido em recuperar e valorizar as referências culturais africanas como base para a construção de uma sociedade mais democrática e justa para o povo brasileiro.

    Ele é inspirado em um ideograma adinkra denominado sankofa gwa, um banco utilizado pela realeza ashanti, que simboliza o provérbio tradicional entre os povos de língua Akan da África Ocidental, em Gana, Togo e Costa do Marfim: “se wo were fi na wosan kofa a yenki”, que pode ser traduzido literalmente por: “Não é tabu voltar atrás e buscar o que esqueceu.”¹

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    Sankofa Gwa

    Os ideogramas adinkra são símbolos gráficos que compõe a vasta tradição de comunicação visual africana. A utilização de gwa, bancos reais, é uma antiga forma de escrita por meio de objetos desta tradição. Nela, os gwa são investidos simbolicamente de poder político sacralizado e trazem em seus entalhes conteúdos alegóricos, constituindo nos ideogramas o desdobramentos de seus significados.

    O pássaro sankofa, entalhado abaixo do acento do banco real sankofa gwa, expressa metaforicamente a importância de “voltar às suas raízes e construir sobre elas, para o desenvolvimento, o progresso e a prosperidade de sua comunidade em todos os aspectos da realização humana”.²

     

    Antonio Obafemi Garrido
    +55 21 98343-3099
    comunicacao@pple.com.br

    Referências: (1) O Conceito de Sankofa e a Concepção Africana de História. In: Revista SANKOFA de História da África e de Estudos da Diáspora Africana, NEACP, Departamento de História (FFLCH-USP). (2) Cavalleiro, Eliane dos Santos, Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola. São Paulo: Selo Negro, 2001.

     

     

     

     
  • Antonio obafemi 4:43 am em March 26, 2016 Link permanente | Resposta  

    PPLE de Alagoas investe em Semana Nacional de Mobilização e vai às ruas da capital para coleta de assinaturas 

    Jandha Carvalho e equipe da Comissão Estadual do PPLE - AL comemoram o sucesso de mobilização no Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

    Jandha Carvalho e equipe da Comissão Estadual do PPLE – AL comemoram o sucesso de mobilização no Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

    O Dia Internacional contra a Discriminação Racial não passou despercebido em Maceió. Um grupo de militantes tomou o bairro de Benedito Bentes, na capital alagoana, e coletou centenas de assinaturas de apoio para a Campanha Nacional de Legalização do PPLE no estado.

    O PPLE alagoano tem se mostrado é aguerrido na campanha e promove sistematicamente mobilizações. A responsável por este trabalho é a Assistente Social Jandha Carvalho, Coordenadora Estadual do PPLE – AL. Ela afirma que é muito importante que a cultura de matriz africana ocupe seu espaço de direito no panorama nacional e, numa data emblemática como o Dia da Discriminação Racial, a mobilização ganha importância especial.

    Jandha tem uma história de luta pela conscientização da sociedade sobre a importância do empoderamento político do povo de matriz africana, como sujeitos de direito, para ocuparem espaços de poder e terem vez e voz na política nacional. “O povo negro é um povo que contribuiu muito para a construção dessa nação, apesar de algumas pessoas de outras religiões não respeitarem, os orixás escolheram o Brasil, então o Brasil é um país abençoado. E o povo precisa se conscientizar disso”, explica.

    A Coordenação Estadual de Mobilização do PPLE – AL estabeleceu uma semana de mobilização da Campanha Nacional de Legalização em comemoração ao Dia Internacional da Discriminação Racial e, em Maceió, concentrou suas atividade no terminal rodoviário do bairro de Benedito Bentes.

    O PPLE alagoano tem a meta de coletar 7.000 assinaturas de apoio para ajudar o PPLE a obter seu registro definitivo de partido político no TSE, já conseguiu forma Diretórios Municipais nas Cidades de Cajueiro, Rio Largo, Arapiraca e Atalaia e, quando alcançar 2.000 homologações de apoio já poderá dar entrada no registro de Diretório Estadual no TRE – AL.

     

    Antonio Obafemi Garrido
    +55 21 98343-3099
    comunicacao@pple.com.br

     
  • admin 5:42 pm em February 26, 2016 Link permanente | Resposta  

    PPLE constrói unidade político-partidária dos Povos e Comunidades Tradicionais 

     Iyá Edeuzuita, Marcelo Monteiro e o grupo que recria o PPLE no Rio de Janeiro - 02/2013

    Iyá Edeuzuita, Marcelo Monteiro e o grupo que recria o PPLE no Rio de Janeiro – 02/2013

    Rio de Janeiro, maio de 2013 – A ideia de criação de um partido que atendesse as demandas dos descendentes das tradições afro brasileiras era antiga, chegou a culminar, em 20 de novembro de 2000, num ato público de fundação em frente ao monumento Zumbi dos Palmares do Rio de Janeiro. Contudo, somente a 10 de fevereiro de 2013, durante homenagem ao 119º aniversário de Mãe Menininha do Gantois, lideranças religiosas e representantes de movimentos sociais decidiram retomar o projeto e recriaram o PPLE – Partido Popular de Liberdade de Expressão.

    Sintonizado com as demandas emergentes dos movimentos sociais o PPLE cresceu, adquiriu personalidade jurídica e ganhou expressão nacional, como opção de mobilização para transformar a cultura política do povo, com representação em 23 estados brasileiros. O partido está promovendo ampla campanha para obter registro como partido político no TSE e quer garantir, logo em 2014, participação no pleito eleitoral para inferir diretamente nas decisões de políticas públicas e ações afirmativas que visem reduzir as desigualdades sociais brasileiras.

    Para o Presidente da Comissão Executiva Nacional Provisória e idealizador do PPLE, Marcelo Monteiro, o partido trabalha na consolidação de uma nova referência política para construir uma sociedade compromissada com a igualdade racial e empenhada em ampliar os espaços de participação política, organização da cidadania e os princípios éticos no exercício da vida pública.

    “Criamos uma legenda capaz de protagonizar a luta pela igualdade racial e o resgate e preservação da diversidade étnico-cultural da sociedade brasileira. Defendemos a laicidade do Estado e as demandas emergentes de segmentos socialmente excluídos, em especial, negros e praticantes das tradições afro brasileiras.” Conclui.

    O PPLE promove uma campanha para obter 500 mil assinaturas de eleitores brasileiros construída com a participação direta do Povo de Santo. Em comunidades tradicionais de matriz africana, terreiros, tendas e centros, dos 23 estados brasileiros que constituíram Comissões de Mobilização, lideranças religiosas organizam coleta de assinaturas em festas, eventos e espaço público. A meta é cumprir até início de setembro as determinações legais de registro no TSE para concorrer nas eleições de 2014.

    A Internet tem um papel importante no desafio de atingir esse objetivo. Pelo site http://www.pple.com.br, os internautas podem baixar fichas de apoio, cadastro para coleta de assinaturas e interagir nas mídias sociais. O objetivo é incentivar os simpatizantes a manifestar apoio e conseguir a adesão de outras pessoas, além de estimular mutirões em espaços públicos.

    Antonio Obafemi Garrido
    +55 21 98343-3099
    comunicacao@pple.com.br

     
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